O que Prudente de Morais compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Prudente de Morais compraram US$ 37 mil de outros países. É 131% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 16 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Prudente de Morais ficou em 298º lugar. No Brasil, em 2.088º entre 2.567.
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Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos…0 toneladasUS$ 24 mil65%
- 2Construções pré-fabricadas13 toneladasUS$ 13 mil35%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2025US$ 16 mil
- 2026 (até setembro)US$ 37 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Prudente de Morais
Quanto Prudente de Morais importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Prudente de Morais (MG) compraram US$ 37 mil de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Prudente de Morais mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos… (65%), Construções pré-fabricadas (35%).
De quais países Prudente de Morais mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Irlanda (65%), China (35%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
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